Confissões...

Seja bem vindo a este que é um blog auto-biográfico, onde faço confissões existenciais no tempo-espaço acerca de minha peregrinação de vida na terra.
Se você desejar e me ler, não verás nada demais mas talvez se verá identificado na minha humanidade.
Então, vem...segue-me...estou indo e não vou parar de andar...me desambiguando, como uma metamorfose ambulante, quando na verdade é o que desejo ser.

terça-feira, 14 de junho de 2011

"Não fui feliz"





Instantes


Se eu pudesse viver novamente minha vida, 
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido,
na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, 
contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas,
nadaria mais rios. Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvete e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e produtivamente cada minuto de sua vida;
claro que tive apenas momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver;
trataria de ter somente bons momentos.
Pq, se não sabem, disso é feito a vida,
só de momentos, não percam o agora.
Eu era um desses  que nunca ia a parte alguma
sem um termômetro, uma bolsa de água quente,
um guarda chuvas e um pára-quedas;
se voltasse a viver; viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

Jorge Luiz Borges (escritor argentino)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ser ou não ser...? Eis a confusão...

Eu sou quem me fizeram ser e estou buscando quem de fato sou, e assim, construir sobre as bases do eu essencial e não do eu como produção do mundo de ilusões. Quero pensar e tatear o mundo com minhas próprias percepções, ainda que sabendo da impossibilidade de percebê-lo sem que um véu biopsicossocial não influencie neste olhar. Para isso, dependo da luz do meu salvador, que me salvou não apenas da condenação da morte pelo pecado, mas existencialmente, me salva todos os dias do meu self...isso, da construção do ser que me faz gritar o mesmo grito de Paulo apóstolo - "Miserável homem que sou!!! Quem me livrará do corpo desta morte?". Este ser em quem estou, amalgamado, encalacrado, sob crostras de ilusões que alimentam e constroem os seres mais des-humanos possíveis. Nela, na cruz que não é só de Jesus mas também de todo o que se diz discípulo, vou executando aquele que não sou mas é o que o aeon me fez ser. Assim vou...buscando meu paraíso existencial e o eu real sob terrado pelos colonizadores que "civilizando-me", me tornaram homem das "dores de parto" e das "dores sinápticas e condicionantes". Essa é minha peregrinação...andando aqui nesta "aldeinha" que se torna cada dia menor, vou prosseguindo para o alvo - o meu eu que só é Nele - encarnando em mim a graça Dele, a vida Dele, na identidade que Ele me deu, eu. Serei cada dia melhor...melhorando...ando...melhor...melhor andando...dando...me...peregrinando.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Eu poderia ter...

4GW - "A Guerra de Quarta Geração"



Achei este texto extremamente interessante e decidi colocá-lo aqui em meu blog para meus amigos refletirem. Eu acredito demais em tudo o que aqui está escrito. Nós não temos a dimensão das consequências do 11 de Setembro no contexto mundial. Acredito até na manipulação de grupos dominantes no planejamento e execução daquele "teatro midiático" (digo isso com todo o respeito às vítimas, que são parte real   do teatro do horror). Sei que o texto é grande mas vale muito lê-lo.


A quarta guerra mundial já começou. Enquanto você descansa, enquanto você consome, enquanto você goza os espetáculos oferecidos pelo sistema, um exército invisível está se apoderando de sua mente, de sua conduta e de suas emoções. Sua vontade está sendo tomada por forças de ocupação invisíveis sem que você suspeite de nada. As batalhas já não se desenrolam em espaços distantes, mas em sua própria cabeça. Já não se trata de uma guerra por conquista de territórios, mas de uma guerra por conquista de cérebros, onde você é o alvo principal. O objetivo já não é apenas matar, mas fundamentalmente controlar. As balas já não se dirigem apenas a seu corpo, mas às suas contradições e vulnerabilidades psicológicas. Sua conduta está sendo checada, monitorada e controlada por especialistas. Sua mente e sua psicologia estão sendo submetidas a operações extremas de guerra de quarta geração. Uma guerra sem frentes nem retaguardas, uma guerra sem tanques nem fuzis, onde você é, ao mesmo tempo, a vítima e o algoz.

1. A guerra de quarta geração

Guerra de quarta geração (Fourth Generation Warfare – 4GW) é o termo usado pelos analistas e estrategistas militares para descrever a última fase da guerra na era da tecnologia da informação e das comunicações globalizadas.

Em 1989 começou a formulação da teoria da 4GW quando William Lind e quatro oficiais do exército e dos fuzileiros navais dos Estados Unidos produziram o documento “O rosto da guerra em transformação: até a quarta geração”. Naquele ano, o documento foi publicado simultaneamente na edição de outubro da Military Review e na Marine Corps Gazette. Embora no início da década de noventa a teoria não tenha sido detalhada, nem tenha ficado expresso claramente o que se entendia por 4GW, o conceito foi logo associado à guerra assimétrica e à guerra antiterrorista.

William Lind escreveu seu esboço de teoria no momento em que a União Soviética já havia sido derrotada no Afeganistão e iniciava seu colapso inevitável como sistema de poder mundial.

Portanto, a Guerra de Quarta Geração era visualizada como uma hipótese de conflito emergente do pós-Guerra Fria, tanto que alguns analistas relacionam seu ponto de partida histórico com os atentados terroristas de 11 de setembro [de 2001] nos Estados Unidos.

Quanto à evolução das fases de guerra até a quarta geração, foi descrita assim:

Fase inicial: Arranca com a aparição das armas de fogo e alcança sua expressão máxima com as guerras napoleônicas. As formações de infantaria e a “ordem” no campo de batalha constituem seus principais objetivos e o enfrentamento entre massas de homens, sua essência. A Guerra de Primeira Geração corresponde aos enfrentamentos com táticas de linhas e colunas.

Segunda fase: Começa com o advento da Revolução Industrial e a disponibilidade no campo de batalha dos meios capazes de deslocar grandes massas de pessoas e disparar poderosos projéteis de artilharia. O enfrentamento de potência contra potência e o emprego de grandes recursos constituem a marca essencial desta geração. A Primeira Guerra Mundial é seu exemplo paradigmático.

Terceira fase: Caracteriza-se pela busca da neutralização da potência do inimigo mediante a descoberta dos flancos débeis, com a finalidade de anular a capacidade de operação, sem necessidade da destruição física do inimigo. A Guerra de Terceira Geração foi desenvolvida pelo exército alemão no conflito mundial de 1939-1945 e é comumente conhecida como “guerra relâmpago” (Blitzkrieg). Não se baseia na potência de fogo, mas na velocidade e surpresa. Esta etapa se identifica com o emprego da guerra psicológica e táticas de infiltração na retaguarda do inimigo durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1991, o professor da Universidade Hebraica de Jerusalém Martin van Creveld publicou um livro intitulado “A transformação da guerra”, que daria sustento intelectual à teoria da 4GW.

O autor afirma que a guerra evoluiu até o ponto em que a teoria de Clausewitz se tornou obsoleta.

Van Creveld prevê que no futuro as bases militares serão substituídas por esconderijos e depósitos e o controle da população se efetuará mediante uma mistura de propaganda e terror.

As forças regulares serão transformadas em algo diferente do que tem sido tradicionalmente, assinala van Creveld. Ele também prevê o desaparecimento dos principais sistema de combate convencionais e a conversão das guerras em conflitos de baixa intensidade (também chamadas Guerras Assimétricas).

A versão antiterrorista

Depois dos ataques terroristas de 11 de setembro [de 2001] nos Estados Unidos, a Guerra de Quarta Geração se complementa com o uso do “terrorismo midiatizado” como estratégia e sistema avançado de manipulação e controle social.

Produz-se pela primeira vez o uso sistematizado do “terrorismo” (realizado por grupos de operação infiltrados na sociedade civil), complementado pela Operações Psicológicas Midiáticas orientados para o aproveitamento social, político e militar do fato “terrorista”. A Guerra Antiterrorista (uma variação complementar da Guerra de Quarta Geração) confunde as fronteiras tradicionais entre “front amigo” e “front inimigo” e situa como eixo estratégico de disputa a guerra contra um inimigo universal invisível, disseminado por todo o planeta: o terrorismo.

A lógica do “novo inimigo” da humanidade, identificado com o terrorismo depois de 11 de setembro, se articula operacionalmente a partir da “Guerra Antiterrorista”, que compensa a desaparição do “inimigo estratégico” do capitalismo no campo internacional da Guerra Fria: a União Soviética.

A “guerra preventiva” contra o “terrorismo” (como veremos mais adiante) produz um salto qualitativo na metodologia e nos recursos estratégicos da Guerra de Quarta Geração a serviço dos interesses imperiais da potência hegemônica do sistema capitalista: Estados Unidos.

A guerra entre potências, expressa no confronto Leste-Oeste, desaparece com a União Soviética e é substituída, a partir do 11 de setembro, pela “Guerra Antiterrorista” liderada por todas as potências e pelo império (Estados Unidos) contra apenas um inimigo: o terrorismo “sem fronteiras”.

O desenvolvimento tecnológico e informativo, a globalização da mensagem e a capacidade de influir na opinião pública mundial converteram a Guerra Psicológica Midiática na arma estratégica dominante da 4GW, em sua variação “antiterrorista”.

As operações com unidades militares são substituídas por operações com unidades midiáticas e a ação psicológica substitui as armas no teatro da confrontação.

Desta maneira, a partir do 11 de setembro a “Guerra Antiterrorista” e a “Guerra Psicológica” formam as duas colunas estratégicas que sustentam a Guerra de Quarta Geração, com os meios de comunicação convertidos em novos exércitos de conquista. 

2. Guerra Psicológica (ou Guerra sem fuzis)


Na definição conceitual atual, a coluna vertebral da Guerra de Quarta Geração se enquadra no conceito de “guerra psicológica”, ou “guerra sem fuzis”, que foi assim chamada, pela primeira vez, nos manuais de estratégia militar da década de setenta.
Em sua definição técnica, “Guerra Psicológica” ou “Guerra Sem Fuzis” é o emprego planejado da propaganda e da ação psicológica orientadas a direcionar condutas, em busca de objetivos de controle social, político ou militar, sem recorrer ao uso das armas.

Os exércitos militares são substituídos por grupos de operação descentralizados, especialistas em insurgência e contrainsurgência e por especialistas em comunicação e psicologia de massas.

O desenvolvimento tecnológico e informático da era das comunicações, a globalização da mensagem e as capacidades para influenciar a opinião pública mundial converteram as operações de ação psicológica midiática na arma estratégica dominante da 4GW.

Como na guerra militar, um plano de guerra psicológica está destinado a: aniquilar, controlar ou assimilar o inimigo.

A guerra militar e suas técnicas se revalorizam dentro de métodos científicos de controle social e se convertem em uma eficiente estratégia de domínio sem o uso das armas.

Diferentemente da guerra convencional, a Guerra de Quarta Geração não se desenvolve em teatros de operação visíveis. Não há frentes de batalha com elementos materiais: a guerra se desenvolve em cenários combinados, sem ordem aparente e sem linhas visíveis de combate; os novos soldados não usam uniformes e se misturam aos civis. Já não existem os elementos da ação militar clássica: grandes unidades de combate (tanques, aviões, soldados, frentes, linhas de comunicação, retaguarda, etc.)

As bases de planejamento militar são substituídas por pequenos centros de comando e planejamento clandestinos, desde onde se desenham as modernas operações táticas e estratégicas.

As grandes batalhas são substituídas por pequenos conflitos localizados, com violência social extrema e sem ordem aparente de continuidade.

As grandes forças militares são substitutídas por pequenos grupos de operação (Unidades de Guerra Psicológica) dotados de grande mobilidade e de tecnologia de última geração, cuja função é detonar acontecimentos sociais e políticos mediante operações de guerra psicológica.

As unidades de Guerra Psicológica são complementadas por Grupos de Operação, infiltrados na população civil com a missão de detonar casos de violência e conflitos sociais.

As táticas e estratégias militares são substituídas por táticas e estratégias de controle social, mediante a manipulação informativa e a ação psicológica orientada para direcionar a conduta social em massa.

Os alvos já não são físicos (como na ordem militar tradicional), mas psicológicos e sociais. O objetivo já não é a destruição de elementos materiais (bases militares, soldados, infraestrutura civil, etc.), mas o controle do cérebro humano.

As grandes unidades militares (barcos, aviões, tanques, submarinos, etc.) são substituídas por um grande aparato midiático composto pelas redações e estúdios de rádio e de televisão.

O bombardeio militar é substituído pelo bombardeio midiático: os símbolos e as imagens substituem as bombas, mísseis e projéteis do campo militar.

O objetivo estratégico já não é somente o poder e controle de áreas físicas (populações, territórios, etc.), mas o controle da conduta social em massa.

As unidades táticas de combate (operadores da guerra psicológica) já não disparam balas mas símbolos direcionados a conseguir o objetivo de controle e manipulação da conduta de massa.

Os tanques, fuzis e aviões são substituídos pelos meios de comunicação (os exércitos de quarta geração) e as operações psicológicas se constituem em arma estratégica e operacional dominante.

3. O Alvo

Na Guerra sem Fuzis, a Guerra de Quarta Geração (também chamada Guerra Assimétrica), o campo de batalha já não está no exterior, mas dentro de sua cabeça.

As operações já não se traçam a partir da colonização militar para controle um território, mas a partir da colonização mental para controlar uma sociedade.

Os soldados da 4GW já não são militares, mas especialistas de comunicação em insurgência e contrainsurgência, que substituem as operações militares pelas operações psicológicas.

Os projéteis militares são substituídos por símbolos midiáticos que não destroem o corpo, mas anulam sua capacidade cerebral de decidir por si próprio.

Os bombardeios midiáticos com símbolos estão destinados a destruir o pensamento reflexivo (informação, processamento e síntese) e a substituí-lo por uma sucessão de imagens sem relação com tempo e espaço (alienação controlada).

Os bombardeios midiáticos não operam sobre sua inteligência, mas sobre sua psicologia: não manipulam sua consciência, mas seus desejos e temores inconscientes.

Todos os dias, durante 24 horas, há um exército invisível que aponta para sua cabeça: não utiliza tanques, aviões nem submarinos, mas informação direcionada e manipulada por meio de imagens e notícias.

Os guerreiros psicológicos não querem que você pense na informação, mas que consuma informação: notícias, títulos, imagens que excitam seus sentidos e sua curiosidade, sem conexão entre si.

Seu cérebro está submetido à lógica de Maquiavel: “Dividir para conquistar”. Quando sua mente se fragmenta com notícias desconectadas entre si, deixará de analisar (o que, porque e para que cada informação) e se converterá em consumidor. Quando você consome mídia sem analisar os ques e os porquês, os interesses do poder imperial se movem por trás de cada notícia ou informação jornalística você está consumindo Guerra de Quarta Geração, de ordens psicológicas direcionadas através de símbolos.

As notícias e as imagens são mísseis de última geração que as grandes cadeias midiáticas disparam com precisão demolidora sobre os cérebros convertidos em teatro de operações da Guerra de Quarta Geração.

Quando você consome notícias com “bin Laden”, “Al Qaeda”, “terrorismo muçulmano”, sua mente está consumindo símbolos de medo associados ao terrorismo, “delinquencia organizada”, “vândalos”, “grevistas”.

O mesmo acontece no México quando se diz “Atenco” [localidade mexicana conhecida por ter resistido a uma ação de despejo], “macheteros” [que usam machetes, símbolo dos campesinos mexicanos], “privilegiados do SME” [o combativo Sindicato dos Eletricitários do México], “zapatistas”, “professores” e um grande catálogo de etc. Enquanto isso seu cérebro está servindo de teatro de operações para a Guerra de Quarta Geração lançada para controlar as sociedades em escala local e global.

Quando você consome a mídia sem analisar os porques e para ques ou os interesses do poder imperial que se movem por trás de cada notícia ou informação jornalística, você está consumindo a Guerra de Quarta Geração.



por Manuel Freytas, no Gaceta en Movimiento, reproduzido em espanhol pelo Pedro Ayres em seu blog e traduzido pelo Viomundo

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Presente.

 

Existem tantas coisas que estimamos nesta vida presente e outras que sonhamos em possuí-las no futuro próximo. Nossa vida é preciosa, assim como nossa família, nossos bens, nossos amigos, nosso trabalho, estudos, saúde, religião, etc... Desejamos tantas coisas que se fossem nos perguntar o que gostaríamos de receber agora, talvez fossemos ficar alguns segundos ou até minutos, com o dedo apontado ao nariz a frente da boca com um olhar para cima e para o “além”, pensando e buscando o melhor dos tantos pedidos, que são desejos e sonhos para uma vida melhor. É harmonia no lar, filhos que precisam deixar as drogas, maridos que precisam voltar para o lar (mesmo aqueles que mesmo dentro do lar estão tão longe), esposas que precisam perdoar, o melhor emprego para o melhor conforto do lar e maior possibilidades de ajudar a outros, amigos mais perto, vizinhos mais amigos e  paz na vizinhança, a classificação em concurso tão desejado para desfrutar de um futuro mais estável financeiramente, casar, um carro novo, casa própria, cura de enfermidade, parente ou algum amigo deixando enfermarias ou CTI’s ou até o retorno dos que já foram, alimento para os que não tem, uma igreja mais “Dream Church”, a bicicleta do filho, o Play Station, DSI, Aliens do Ben 10 e muitos outros que estão de acordo com o anelo do coração de cada um.
Ouvi de um “tween” que para ele papai Noel é na verdade Deus com uma imagem mais comercial, midiática, moderna, que dá presentes como apenas símbolo e memória do maior e mais suficiente presente dado por Ele a toda a humanidade. Bem, para ele, Deus é o verdadeiro “Papai Noel” que deu o maior presente de todos – JESUS.
Jesus é aquele presente que na falta de todos os outros e até mesmo na impossibilidade de obter um desejado e sonhado presente, Ele supre, existencialmente, todos os anseios da vida humana. Jesus é um presente cósmico, transcendental, físico, psíquico, espiritual, capaz de transformar qualquer circunstância, tanto de ordem natural como espiritual. O profeta havia anunciado que ele seria assim: “E o seu nome será maravilhoso...” – ou seja, capaz de transformar o deserto mais seco em mananciais de águas cristalinas, trevas mais densas em luz mais brilhante, lugares congelados em ambientes mais aquecidos, vida sem graça em vida com abundante graça, insípida em temperada.
Se te sentires em falta em alguma área de sua vida ou sentir que em alguma área de falta (não conseguiu o melhor presente para o filho e cônjuge, melhor mesa, etc), creia e receba O Presente, o verdadeiro presente dado pelo verdadeiro Papai, o Papai “El”.

FELIZ NATAL.
  

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Como pode...?



Como pode a vida ser tão doce mas ao mesmo tempo tão amarga?
Como pode flores terem espinhos? Ou espinhos terem flores!!?
Como pode o doce se tornar tão amargo e o amargo se tornar tão doce?
Como pode um sorriso se transformar em choro tanto de alegria como de tristeza?
Como pode o silêncio falar tanto e as vezes até gritar e o falar não dizer nada?
Como pode pessoas que se amam terem tanta dificuldade em pacificarem os próprios corações?
Como pode posição se tornar tão oposição?
Como pode amigos se tornarem tão inimigos?E inimigos se tornarem tão amigos?
Como pode se dizer sim quando se quer dizer não e dizer não quando se quer dizer sim?
Como pode o que era de coração se tornar tão co-razão?
Como pode o que era para ser de vida e paz se tornar guerra de interpretações e tirar toda vida existencial?
Como pode a boa nova ser  recebida, absorvida e não encarná-la como nova tão boa ou boa tão velha?
Como pode a gratidão sobreviver onde não há verdadeiro amor e o amor existir quando não se há gratidão?
Como pode haver amor quando não se há esperança, tendo em vista que nela se espera com perseverança?
Como pode haver a antipatia e o preconceito quando somos tão iguais em tudo?Os semelhantes serem tão diferentes?
Como pode um trair o outro, sabendo que se está traindo a sí mesmo?
Como pode se querer tanto o bem que não se produz? Tanta tolerância para um e pouca para outro?
Como pode Deus amar tanto o pecador...?
Como pode Ele ter propósito de eternidade e vida àqueles que são tão ambivalentes?
Como pode ter Ele tanta misericórdia e graça para derramar? Não acaba??
Como pode ter dado o seu Filho para aqueles que nem uma gota do seu suor mereciam?
COMO PODE ELE TER DITO NA CRUZ: PAI, PERDOA-LHES POR QUE NÃO SABEM O QUE FAZEM, QUANDO EU TERIA DITO: PAI, ME LIVRA RÁPIDO DESSA GENTE...



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"NÃO CREIO EM ORAÇÃO COMO MANDINGA."

Não creio no poder dos joelhos que se dobram, assim como não creio que haja poder na oração por sí só, como "mandinga ou mantra gospel" ou até mesmo "mecanismo de manipulação e condicionamento do comportamento divino (pavloviano)." Mas creio na oração como canal de comunicação, comunhão e adoração. Creio na oração como um portal dimensional de desligamento e ligamento com o Reino Celeste. Orar é romper com o complexo sistema imposto pelos mecanismos do próprio psiquismo humano, que após a entrada do pecado, tornou-nos reféns das próprias distorções e disturbios, tanto do aparelho cerebral como mental. Sendo assim, nos tornamos "ramister" do próprio "viveiro psico-sócio-político-religioso." Só a dimensão do estar (orar) com Deus para quebrar um pouco disso cada momento e todos os dias... Orar é deixar a ansiedade quando ela não nos deixa, pois só o simples exercício do parar quando todo o mundo (no viveiro social) não para já é por sí só terapia contra angustias e a própria ansiedade. O mundo vai...vc para...Deus não para... eu descanso...Ele não cansa ("..meu Pai trabalha até agora...")...níveis de Cortisol antes elevados e me causando estresse e danos psicossomáticos, baixam elevando níveis de Dopamina e Serotonina e fico saudável...paz interior, apesar de ainda não ver resultados esperados com fé...Deus no controle...tempo de Deus. Se vou viver e conquistar o que desejo, não sei, mas o certo é que já estou vivendo ainda que não tendo ou vendo.

Creio na oração que cumpre a vontade de Deus e nela como a única oração verdadeira ('...venha teu Reino, seja feito a tua vontade..."). Chamar a existência as coisas que não existem não é me fazer um Cris Angel da fé mas conhecer a vontade de Deus e declara-la sobre a terra. Não existe no mundo físico mas já existe no coração do Deus que a tuda dá vida, ou seja, é trabalhar com Deus.

Bem, o fato é que conhecemos os efeitos de uma oração consciênte do seu papel, mas o desafio é somente um: PARAR. Tudo em nós foge disso. Somos viciados na agitação (fizeram isso com agente) - Só damos atenção aos vícios elegidos pela sociedade vigente como maus - maconha, cocaína, LSD (ácido), álcool, crack - drogas que desviam o Ser da vida ou retiram a vida do Ser. Mas vícios como do ver televisão, trabalho, internet, pornografia, consumismo, etc, geram tantas ilusões quanto aqueles e talves seja os piores pelo fato de não serem ilegais mas se apresentarem como entretenimento. Não queremos orar. Achamos um saco orar. Não que seja um saco mas é porque não sabemos parar. Somos de uma contituição diferente da dos orientais, por exemplo, que são habituados desde de bem jovens a parar para meditar e refletir. Nós somos preparados desde cedo a trabalhar, fazer, agitar, preocupar, comprar, comprar, comprar... Sendo assim, orar para nós, mais que necessidade é reaprender a viver. O espírito quer; mas a carne não. O céu espera mas a terra não corresponde o céu. Cantamos, pregamos, planejamos, evangelizamos, mas não nos quebrantamos e paramos para orar. Aprendemos a clickar e o mundo vir a nossa tela em segundos (e tem que ser em banda larga), como isso nos condicionamos a não esperar em oração e calma.

Isso é só para dizer a todos vcs que se pararmos para "bater" para que se abra, "pedir" para que se nos dê, "buscar" para ser achado, em perseverança e fé, fontes nos nossos corações se abrirão e fluirão rios de água viva e Jorraremos a vida de Deus!!!

Isso é o que mais desejo ver acontecer em nossas vidas.

Pense nisso, ou melhor...ore um pouco.